A sexualidade humana no contexto atual; os estereótipos
sexuais; em busca de uma fundamentação sólida;
os Cristãos e a Sexualidade. O amor; considerações
sobre algumas realidades específicas (corpo, relações
pré-matrimoniais; matrimônio, masturbação,
homossexualismo). O paradigma bioético: A centralidade
da vida; manipulação e o necessário
discernimento; os avanços tecnológicos atuais
e a postura ética; atentados contra a vida (eutanásia,
suicídio, aborto, drogas).
Uma análise do antigo e sempre complexo
tema da sexualidade, à luz da religião, investigando
o que considera uma verdadeira ruptura entre os ensinamentos
da moral cristã e a prática real do dia-a-dia
dos fiéis.
"O Enigma da Esfinge: A sexualidade"
é uma obra ao mesmo tempo equilibrada,
provocante e iluminadora num dos mais fascinantes aspectos
da realidade humana. A sexualidade humana é personagem
central da história humana, aparecendo na literatura,
nas lendas, nas artes, na comunicação e na
própria religião. Tomando como ponto de partida
o enigma da esfinge do mito grego de Édipo, o autor
procura iluminar este mistério através de
sete chaves: a chave da intuição contida nos
mitos, a das ciências, a da teologia, a da ética,
a da experiência da Igreja, a da experiência
pastoral e a da surpreendente configuração
afetiva das pessoas homossexuais. Sendo uma das mais poderosas
energias, capaz de contruir ou destruir grandes sonhos,
a sexualidade humana se apresenta como uma questão
de vida e de morte. Porém, se através das
sete chaves as pessoas forem capazes de desvendar seu próprio
enigma, terão aberto o caminho para a felicidade,
podendo gozar das belezas de Atenas, símbolo da arte,
da poesia e da criatividade; de Corinto com o canal ligando
os dois mares, símbolo da comunicação
e da comunhão e de Delfos, símbolo da transcendência.